Cabeço de Montachique | Expansão Urbanística
Bailarico Saloio | Canções
E para este dia acinzentado e de chuva, deixo ficar por aqui a interpretação (através da reinvenção cantada pela grande Amália) de Gisela João, do nosso "hino" saloio.
As princesas da cidade | Canções
E quem não se lembra do grande clássico do cinema português, "Aldeia da Roupa Branca"? Podemos afirmar com toda a certeza que é a homenagem máxima, feita a esse "povo" do norte de Lisboa: os Saloios! E do qual tenho imenso orgulho em pertencer.
Desse filme, fica aqui um pequeno excerto do mesmo, com a canção "As Princesas da Cidade"(musicado pelo Raúl Portela), cantado pela enorme Beatriz Costa e José Amaro, e onde podemos perceber alguns termos do "falar" saloio, como "cólidade".
Cabeço de Montachique | Curiosidades
Cabeço de Montachique | 1924
Cabeço de Montachique | Habitantes
Cabeço de Montachique, além de ter sido a casa de muitos doentes que estavam internados nos diversos sanatórios existentes, e em habitações particulares onde se arrendavam quartos "particulares", também foi o abrigo de alguns artistas ligados à pintura. Além do filho da terra, o Tozé, destaca-se o José Pólvora, que criou aqui algumas das suas obras nos anos 70 do século XX.
Na fotografia acima, encontramos o quadro "A menina do chapéu", que retrata a minha mãe (a Manuela Costa Rodrigues, ou a Nelinha, como é conhecida aqui na aldeia) quando era criança. E como hoje, ela completa 69 primaveras, e portanto, é "pequenina" novamente, ficam aqui os meus parabéns públicos, desejando-lhe o melhor dia possível. Parabéns mãe!
Carlos Costa Rodrigues
Cabeço de Montachique | Nas Linhas de Torres
As Linhas de Torres Vedras, construídas a norte de Lisboa,
na zona saloia de Torres Vedras, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Arruda dos
Vinhos, Loures e Vila Franca de Xira, entre 1809 e 1812, constituem-se como uma
das obras militares mais eficazes da história, uma vez que garantiram um dos
maiores sistemas de defesa efetiva, estendendo-se por mais de 88 quilómetros,
distribuídos por 3 linhas com 152 fortificações.
As estruturas militares (tais como fortes, redutos e postos
de sinais), que constituíam o sistema defensivo de Lisboa denominado como
Linhas de Torres, foram construídos em segredo (pese embora algumas notícias na
impressa inglesa na altura), e como tal, apanharam os invasores Franceses de
surpresa e foram um dos elementos determinantes na derrota das tropas
napoleónicas na Península Ibérica.




